quarta-feira, 13 de maio de 2009

NO AR: BANCÁRIOS CLASSISTAS

Como desdobramento de sua decisão de aprimorar e ampliar a comunicação com os trabalhadores, a Coordenação do Ramo Financeiro da CTB - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - colocou no ar o blog Bancários Classistas.

O blog, que será construído e atualizado por diversos militantes da CTB, pretende ser uma ferramenta para auxiliar os trabalhadores do ramo financeiro em seus debates e lutas.

Acessem: Bancários Classistas

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CTB DISCUTE CAMPANHA SALARIAL DOS BANCÁRIOS

A Coordenação do Setor Financeiro da CTB se reuniu no dia 13 de maio para avaliar os rumos da Campanha Salarial Nacional dos Bancários que terá início em 1º de setembro de 2009.

Participaram da reunião o secretário adjunto de finanças da CTB, Eduardo Navarro, o presidente da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, Emanuel Souza, o presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia, Euclides Fagundes, o secretário geral do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, Calos Alberto Caco, e os diretores dos Sindicatos dos Bancários de São Paulo, Ceará e Curitiba, Alex Livramento, Gabriel Rochinha e Jefferson Tramontini, respectivamente.

Na reunião também foram debatidos os desdobramentos dos congressos dos trabalhadores do Banco do Brasil e Caixa Econômica, ocorridos entre os dias 23 e 26 de abril, em Brasília, onde a CTB teve destacada intervenção na aprovação das pautas de reivindicações específicas nas duas instituições públicas federais.

Outra resolução aprovada na reunião foi a criação de um blog específico para os bancários classistas trocarem informações.

O blog já está na Internet, no seguinte endereço: www.bancariosclassistas.blogspot.com.

Fonte: www.ctb.org.br

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PRESIDENTE DO SINDICATO DA BAHIA LANÇA LIVRO SOBRE MUTTI DE CARVALHO

Nesta quinta-feira, o Sindicato dos Bancários da Bahia é palco de duas grandes homenagens a um dos principais responsáveis pela criação do SBBA. Uma é o lançamento do livro do atual presidente da entidade, Euclides Fagundes Neves, sob o título Mutti de Carvalho: um líder nato. A outra é que, a partir desta quinta, quando será inaugurada placa que dá nome ao local, o auditório passa a se chamar Mutti de Carvalho.

Em entrevista, Euclides Fagundes Neves lembrou a importância deste líder sindical para os trabalhadores e revelou que percebeu a necessidade de escrever sobre ele após a publicação da segunda edição do primeiro livro Bancos, bancários e movimento sindical, no início do ano passado. “A sua vida foi marcada por luta, coragem e dedicação. Apesar de poucos anos, deixou um grande legado para os trabalhadores”.

O Bancário – Mutti é conhecido entre a categoria jovem, com a importância que teve para o movimento sindical? O que fazer para que ele tenha o devido reconhecimento?

Euclides Neves – Hoje, infelizmente, não, pois ele morreu há muito tempo, em 1937. Mas, a luta de Mutti é muito significativa. Como prova disso, o livro traz cartas da época em que entrou na clandestinidade, em 1936, trocadas entre ele e o então presidente do SBBA, Manoel Floriano. Elas demonstram a paixão pela luta sindical.

O Bancário – O livro é um instrumento de reconhecimento?

EN – Sim. Os debates não se resumem às salas fechadas. As experiências dele são refletidas em diversas homenagens, a exemplo da gráfica, time de futebol e, agora, o auditório, que levam o nome Mutti, e nós vamos estar sempre registrando as lutas. Além disso, o livro traz diversos exemplos de reconhecimento ao líder da categoria bancária. Quando colocamos no papel, estamos levando para a sociedade o processo de construção do movimento sindical, os enfrentamentos com os banqueiros, dificuldades dos trabalhadores e o prazer de lutar coletivamente por uma categoria, por uma classe.

O Bancário– Qual a diferença que você imagina entre presidir o Sindicato no início do século XX e hoje? Quais os desafios naquela época e quais os atuais?

EN – Mutti foi o fundador do Sindicato, em 1933, período em que se estabelecia o sindicalismo no Brasil, no ano de 1931. Coube-lhe, então, dar os primeiros passos para a organização da categoria. Conquistou a jornada de seis horas, entre outras questões, com o entusiasmo de principiante, porém com muita dificuldade. Hoje, a luta de classe continua viva, tanto quanto naquela época. Ao longo dos anos, foram inúmeras conquistas, enfrentando problemas semelhantes. No mandato de Mutti, o grande mal era a tuberculose e as longas jornadas. Hoje, são as doenças ocupacionais, metas abusivas e assédio moral. Então, vê-se que alguns aspectos mudaram, mas a exploração capitalista continua.

Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia

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