quarta-feira, 26 de outubro de 2011

De cabeça erguida, o PCdoB segue na luta

Renato Rabelo*

Nota do presidente nacional do Partido Comunista do Brasil, Renato Rabelo

Dando seguimento à escalada de tentativas de desestabilização do governo da presidenta Dilma Rousseff, desde o último dia 15 o campo político reacionário do país, e veículos do monopólio de comunicação, desencadearam uma criminosa campanha difamatória contra o ministro Orlando Silva e o Partido Comunista do Brasil.

O PCdoB, neste momento, vem reafirmar a convicção na inocência e integridade de Orlando Silva no exercício da titularidade do Ministério do Esporte. Esta convicção é baseada na ausência absoluta de provas, na fonte desqualificada que o acusa, e na sinceridade e na segurança com que ele sustenta que não há fatos que o incriminem.

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A luta continua

Paulo Vinícius*

Não me desespero, nem mesmo triste me permito ficar. Diante da ofensiva da direita e de seu poder, do oportunismo suicida da "ultra-esquerda" e da tibieza e dificuldades de nosso campo, o que fica é um imenso orgulho de como temos enfrentado essa situação tão desfavorável, e o exemplo que damos aos lutadores que saberão ver a diferença de um partido verdadeiro e revolucionário. 

Afinal, na vida, na política, sói às vezes enfrentarmos batalhas assim, imensamente desfavoráveis. Penso no Araguaia. Penso no Diário de Maurício Grabois. Penso em Zumbi ante a iminência da derrota de Palmares. Penso em João Amazonas a observar a dissolução da URSS. Lembro até do meu pai, doente, sabedor muito antes de nós de que partiria.

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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

PM diz não ter provas que incriminem Orlando Silva


João Dias, o "homem-bomba"
de Veja acusa, mas não prova
O policial militar João Dias Ferreira disse hoje (24) que não possui nenhuma prova do envolvimento do ministro do Esporte, Orlando Silva (PCdoB), e de seu antecessor, Agnelo Queiroz (PT), no suposto esquema de desvios de recursos públicos do ministro. João Dias afirmou categoricamente que não gravou diálogos de Orlando Silva e que não há nada que o incrimine. "Em nenhuma delas [das gravações] tem a voz do ministro".

As declarações foram dadas quando o policial militar prestou novo depoimento e entregou à Polícia Federal (PF) um aparelho de telefone celular contendo 13 gravações de conversas dele com membros do Ministério do Esporte. Segundo ele, nos diálogos seria possível identificar a intenção de fraudar prestações de contas dos convênios que firmou com a pasta.

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