sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Viver entre os 1%

Michael Moore

Amigos,

Há 22 anos, que se completam nesta terça-feira, estava com um grupo de operários, estudantes e desempregados no centro da cidade onde nasci, Flint, Michigan, para anunciar que o estúdio Warner Bros, de Hollywood, comprara os direitos de distribuição do meu primeiro filme, “Roger & Me”. Um jornalista perguntou: “Por quanto vendeu?”

“Três milhões de dólares” – respondi com orgulho. Houve um grito de admiração, do pessoal dos sindicatos que me cercava. Nunca acontecera, nunca, que alguém da classe trabalhadora de Flint (ou de lugar algum) tivesse recebido tanto dinheiro, a menos que um dos nossos roubasse um banco ou, por sorte, ganhasse o grande prêmio da loteria de Michigan. 

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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Três anos sem justiça para a menina Rachel

Nota do Comitê Municipal do PCdoB de Curitiba-PR

Há exatos três anos aconteceu o bárbaro crime que vitimou a menina Raquel Maria Lobo Oliveira Genofre, então com 9 anos. Fato que teve grande repercussão e sensibilizou a sociedade e marcou uma família e toda uma comunidade com o acontecido.

A família da vitima são camaradas e filiados ao nosso partido. O PCdoB já naquela época manifestou seu apoio aos familiares bem como pediu celeridade as autoridades competentes, pois como combatentes de uma cultura da paz não podemos compactuar com tais atos.

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Dilma empossa Aldo no Ministério do Esporte: reinício do jogo

A presidente da República fez elogios ao ministro que sai, ao que entra e ao PCdoB, partido de ambos. Ela iniciou sua fala destacando que não estava nos planos do governo promover essa mudança, mas que quando conduzida a situações inesperadas, enfrenta, “com tristeza, mas sempre com coragem e determinação”. 

“Foi o que fizemos nesse caso, sem abrir mão de construir o caminho que escolhemos”. E citou versos do cantor Martinho da Vila, filiado ao PCdoB, que, segundo ela, se ajusta a esse momento: “Deixo o mundo me rumar para onde eu quero ir”, destacando que “movidos por nossos princípios e nossas crenças e não para onde querem nos levar”.

Ela disse ainda que “as pessoas podem nos deixar, mas as políticas e linhas de ação terão que ser preservadas”. E, com o novo ministro Aldo Rebelo e o PCdoB, quer ver a continuidade do “trabalho excepcional” de Orlando Silva.

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