quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Estadão ataca "greve" dos petroleiros


Altamiro Borges*

Os trabalhadores da Petrobras decidem hoje (22) se deflagram uma greve nacional. A categoria reivindica 10% de aumento real e melhorias nas condições de trabalho. A empresa, antes intransigente, avançou na proposta de reajuste – que passou de 1% para até 3,25%. Mas, segundo João Antônio de Moraes, presidente da Federação Única dos Petroleiros (FUP), ela ainda é insuficiente.

Além da reposição das perdas inflacionárias e do aumento real de salário, a categoria tem reivindica maior segurança no trabalho. Segundo a FUP, o número de mortes por acidente de trabalho subiu de 10, no ano passado, para 16 neste ano. Os problemas de segurança inclusive têm afetado a produção, com o fechamento temporário de várias plataformas nos últimos anos.

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terça-feira, 22 de novembro de 2011

Escândalo Chevron: mentiras, multas irrisórias, politização e pré-sal


André Barrocal e Najla Passos

Petroleira norte-americana responsável por desastre ambiental escondeu das autoridades informação sobre fim de vazamento e tentou iludi-las com vídeo editado. Multas iniciais e pedido de indenização chegam no máximo a R$ 250 mi, quase nada para quem fatura US$ 200 bi. Para PSDB, governo demorou a agir. Partido não se indignou com 'mentiras', como fez com ministro, nem pediu CPI da Chevron, suspeita de buscar pré-sal alheio, como fez com Petrobras.

“É política do grupo preservar a segurança, a saúde das pessoas e o meio ambiente, bem como conduzir operações confiáveis e eficientes.” O grupo em questão, acredite, é o norte-americano Chevron, protagonista de um dos maiores desastres ambientais da história brasileira. Graças a operações nada confiáveis e eficientes com petróleo no Rio, a empresa é hoje alvo da Polícia Federal (PF) e da cobrança de indenização e de multas milionárias. 

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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Democracia brasileira está seriamente ameaçada

Messias Pontes *

Sem nenhum pudor e na mais absoluta falta de criatividade os neo-udenistas usam as mesmas armas e os mesmos métodos para atingir fortemente a democracia, conquistada duramente pelos democratas e patriotas deste País na luta contra a ditadura implantada no Brasil em 1º de abril de 1964 pelos militares golpistas a serviço das oligarquias tupiniquins e do imperialismo norte-americano.

Os ares que se respira hoje são praticamente os mesmos de 1948 com a cassação do mandato da bancada comunista no Congresso Nacional; muito parecido com os de 1954 que levaram Getúlio Vargas ao suicídio; e igualzinho ao de 1964 com violentos ataques da velha mídia conservadora, venal e golpista contra o governo democraticamente eleito, que levou à deposição do presidente João Goulart que tinha a aprovação de mais de 60% da população. Agora, até “manifestações” contra a corrupção estão sendo realizadas, lembrando de longe as marchas da tristemente célebre TFP – tradição, família e propriedade.

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