sexta-feira, 7 de setembro de 2012

7 de setembro: 190 de margens plácidas.


Gilson Caroni*

O 7 de setembro de 1822 marca o surgimento de um novo Estado - o do Brasil. Mas a nação que ele deveria expressar ainda estava em formação. Surgia ali uma configuração estatal que se não era uma ficção, adiantava-se ao processo de formação nacional, para erigir-se em função dos interesses de grupos sociais específicos e de uma região particular.

A ruptura dos laços com a metrópole portuguesa, sob o bafejo do capital inglês, não redundaria na criação de um Estado nacional de corte burguês. Antes, permitiu, que uma oligarquia escravocrata e fundiária articulasse um tipo de dominação senhorial que impôs uma superestrutura política liquidada apenas no século XX.

Precisamente esta recorte viabilizou o que seria a marca das classes dominantes brasileiras: a autonomia nacional não se acompanhou da inserção da massa do povo no espaço da cidadania. A estratégia das chamadas elites operou- e ainda opera quase dois séculos após o Ato do Ipiranga- no sentido de frustrar a democratização da vida social, realizando a exclusão de amplos setores sociais da cena pública. A constituição do Estado, entre nós, verificou-se sistematicamente com o controle e a manipulação, pelo alto, da intervenção popular.

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Eleitores de Evaldo Lima se reúnem em Plenária Geral

Os Bancários Classistas marcaram presença na Plenária

Com o adesivo no peito e as bandeiras ao alto, parte da comunidade de eleitores do professor Evaldo Lima participou da Plenária Geral, realizada na noite desta quarta-feira (5), no Comitê Benfica. Integrantes dos movimentos capoeiristas, professores, artistas, líderes e membros das comunidades da Aerolândia, torcedores organizados e não-organizados de clubes de futebol da capital, bancários, artistas da terra e profissionais liberais da sociedade civil compuseram a "Onda Laranja". 

As desigualdades sociais e opressões contra as minorias estão entre as preocupações de Evaldo. "Devemos ter os pés muito firmes no chão e os olhos nas estrelas para pensar a complexidade e as contradições de Fortaleza. Somos mais de dois milhões de habitantes vivendo sufocados em 318 quilômetros quadrados, numa cidade profundamente apartada e extremamente desigual. E a gente tem lado e o nosso lado é junto dos trabalhadores", disse Evaldo. "Pensamos a eleição como consciência de classe e construção da cidadania e de um projeto maior", defendeu. Diante do público heterogêneo, Evaldo reafirmou seus compromissos com esporte, cultura, lazer e inclusão social como políticas públicas para juventude e combate às drogas.

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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Chico Lopes cobra financiamento público de campanha

Chico Lopes, 
deputado federal (PCdoB/CE)

Chico Lopes (PCdoB-CE), deputado federal e candidato a vice-prefeito de Fortaleza (CE) nessas eleições, cobrou, em discurso no plenário da Câmara, nesta terça-feira (4), a aprovação da reforma política com financiamento público de campanha. “Ou nós vamos ficar neste País com apenas três partidos”, alertou, denunciando o uso do poder econômico nas pesquisas eleitorais.

Ele lamentou que embora exista um tribunal só para eleição, não há acompanhamento e fiscalização do que está acontecendo nas campanhas eleitorais. E cita o caso dos institutos de pesquisas que são pagos pelos candidatos para medir a intenção de voto do eleitorado. 

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