quarta-feira, 26 de setembro de 2012

CTB orienta rejeitar proposta nos Bancos Públicos


A Coordenação do Ramo Financeiro da CTB vem a público expressar sua opinião e apresentar orientação a sua militância e aos bancários e bancárias no geral, pela aceitação da proposta de 7,5% de reajuste geral e 8,5% sobre o piso da categoria para os trabalhadores e trabalhadoras dos bancos privados, conforme decisão do Comando Nacional dos Bancários – mesmo tendo votado contrário no referido comando, mas acompanhando a maioria em função da correlação de forças neste segmento.

Porém, no tocante aos bancos públicos, considera insuficientes as propostas apresentadas em negociação nas mesas específicas do BB e da CEF que não valorizam o Piso de ingresso, não recompõe perdas passadas, não busca isonomia para os pós-98, nem alteram o modelo de gestão das empresas, e ainda penaliza com a compensação dos dias parados, neste sentido orienta a continuidade da greve no Banco do Brasil, na Caixa Econômica Federal, no Banco do Nordeste e no Banco da Amazônia.

Força na greve dos bancários e bancárias, até a vitória.

CTB - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil
Ramo Financeiro
Coordenação Nacional

Continue lendo >>

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Fenaban oferece 7,5% de reajuste. Comando Nacional avalia a proposta


Em rodada de negociação iniciada na tarde desta terça-feira (25/9), em São Paulo, com os bancários, a Fenaban apresentou a contraproposta de 7,5% de reajuste   para os salários (aumento real de 2%) e de 8,5% para piso, vales alimentação e refeição (2,95% de aumento real).   

A parte fixa da PLR e o teto do adicional subiriam 10% (aumento real de 4,37%). Assim, os R$ 1.400 fixos da regra básica chegariam a R$ 1.540. E o teto do adicional de R$ 2.800 para R$ 3.080. 

O Comando Nacional dos Bancários está reunido para avaliar a proposta . 

As negociações específicas de Banco do Brasil e Caixa ainda serão realizadas após os debates com a Fenaban. 

Pela nova proposta da Fenaban, as cláusulas econômicas da Convenção Coletiva dos Bancários ficariam assim: 
  

Continue lendo >>

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Isonomia: uma breve radiografia!


Augusto Vasconcelos*

Na década de 90, quando predominava uma orientação neoliberal no país, os bancos públicos estavam na rota da privatização. Nesse sentido, para viabilizar a sua aquisição pelo mercado era necessário, de acordo com o pensamento hegemônico, diminuir o impacto da folha salarial nos custos das empresas. 

Foi assim que os salários ficaram sem reajuste, sofrendo corrosão inflacionária, e diversos direitos foram retirados para os novos bancários. No caso da Caixa, a partir de 2003, dos 10 direitos perdidos, recuperamos 8, por força de nossas greves. No BB, BNB e BASA a situação é semelhante. Porém, restam 2 que não conseguimos recuperar: a Licença-Prêmio e o Adicional por Tempo de Serviço (Anuênio). 

Continue lendo >>
Classista possui:
Comentários em Publicações
Widget UsuárioCompulsivo

Mais vistos

  ©CLASSISTA - Todos os direitos reservados.

Template by Dicas Blogger | Topo