quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Dirceu condenado: o teatro onde se encena a reinvenção da direita


Breno Altman*

Os ministros do STF ignoraram a prova dos autos e dobraram-se à ditadura midiática; enquanto alguns ministros transbordavam de revanchismo, outros se acovardavam; ele lembra que, na compra de votos para a reeleição de FHC, havia um deputado, réu confesso, que admitia ter recebido R$ 200 mil, mas o caso jamais foi julgado

Poucas vezes, no registro das decisões judiciais, assistiu-se a cenas tão nefastas como as do julgamento da ação penal 470, o chamado “mensalão”. A maioria dos ministros da corte suprema, ao contrário do que se passou em outros momentos de nossa história, dessa vez embarcou na violação constitucional sem estar sob a mira das armas. Simplesmente dobrou-se à ditadura da mídia.

A bem da verdade, alguns dos magistrados foram coerentes com sua trajetória. Atiraram-se avidamente à chance de criminalizar dirigentes de esquerda e prestar bons serviços aos setores que representam.

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terça-feira, 9 de outubro de 2012

Expresso: STF libera condenação sem provas


A noite de 9 de outubro certamente é um marco na história do Brasil. O Supremo Tribunal Federal condenou, por maioria, José Dirceu, mesmo sem nenhuma prova nos autos do processo.

Não tenho nenhuma simpatia por Dirceu, apesar de respeitar muito sua trajetória de luta. Mas o que os ministros do STF realizaram hoje foi um atentado contra o Estado Democrático de Direito, pelo qual tantos brasileiros deram a vida. O STF sinaliza, assim, que não é mais necessário provas para se condenar alguém, basta estar escrito em algum papel de revista ou jornalão.

A Consituição Cidadã, de 1988, foi hoje rasgada.

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Lembrando qual a turma do Fruet


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