quarta-feira, 3 de abril de 2013

Direitos dos Trabalhadores: Informação é parte da luta


Direitos dos Trabalhadores – conhecer, defender, ampliar

Ao longo desses quatro meses o Classista publicou o especial Direitos dos Trabalhadores- conhecer, defender ampliar.

Foram 64 publicações, 3 por semana, abordando, de forma objetiva os principais direitos trabalhistas brasileiros. Não foram pautadas opiniões e nem comentários sobre os direitos, benefícios e suas legislações, pois o objetivo foi ajudar os trabalhadores do Brasil a conhecer seus direitos, sem esgotar o tema.

A principal fonte de informação deste especial foi o DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), inestimável ferramenta dos trabalhadores brasileiros e de suas entidades.

O Classista espera ter contribuído para informar os trabalhadores sobre seus direitos, para que, dessa forma, além de usufruir deles, a classe trabalhadora possa defendê-los.

Os direitos dos trabalhadores brasileiros estão sob constante ameaça, sofrendo ataques cotidianos por parte da reacionária elite brasileira.

Conhecendo seus direitos, os trabalhadores podem utilizá-los e defende-los. Utilizando e defendendo seus direitos, os trabalhadores podem lutar para ampliá-los.
  

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terça-feira, 2 de abril de 2013

1º de abril: militares que resistiram ao golpe de 1964 relembram perseguição

Ferro Costa: "Às vezes, eu vou a uma reunião
de turma e parece que estou em uma
reunião do Tea Party"
(Foto: Daniella Cambaúva. RBA)

Esquecidas durante décadas, as histórias de militares vítimas da ditadura (1964-1985) finalmente começam a aflorar. Seja pelas mãos da Comissão Nacional da Verdade, seja pela mobilização dos integrantes das Forças Armadas cassados pelo regime, um dos lados esquecidos dos anos de chumbo ganha rosto e forma. 

Ao longo do governo autoritário, oficialmente, estima-se que tenham morrido 357 pessoas, mas familiares de vítimas afirmam que esse número chega a 426, e que pode aumentar em decorrência das investigações da Comissão da Verdade (CNV), instituída em maio de 2012. 

Nesse balanço, falta contabilizar opositores presos, torturados e aqueles que foram obrigados a se exilar. Essa história, porém, não estará completa se não registrar membros das Forças Armadas que resistiram ao golpe e se recusaram a obedecer ordens de seus superiores. Considerados subversivos, foram demitidos e, em alguns casos, perseguidos. 

Com a finalidade de apurar denúncias, a Comissão da Verdade criou o Grupo de Trabalho Perseguição a Militares. A equipe foi criada em outubro de 2012, após a tomada de depoimento do brigadeiro da Aeronáutica Rui Moreira Lima, preso três vezes durante o regime. O grupo, liderado pelo pesquisador Cláudio Fonteles, prepara um trabalho grande sobre o tema, que será apresentado em abril.

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A mídia e o golpe militar de 1964


Altamiro Borges*

Segunda-feira, 1º de abril, marca os 49 anos do fatídico golpe civil-militar de 1964. Na época, o imperialismo estadunidense, os latifundiários e parte da burguesia nativa derrubaram o governo democraticamente eleito de João Goulart. Naquela época, a imprensa teve papel destacado nos preparativos do golpe. Na sequência, muitos jornalões continuaram apoiando a ditadura, as suas torturas e assassinatos. Outros engoliram o seu próprio veneno, sofrendo censura e perseguições.

Nesta triste data da história brasileira, vale à pena recordar os editoriais dos jornais burgueses – que clamaram pelo golpe, aplaudiram a instalação da ditadura militar e elogiaram a sua violência contra os democratas. No passado, os militares foram acionados para defender os saqueadores da nação. Hoje, esse papel é desempenhado pela mídia privada, que continua orquestrando golpes contra a democracia. Daí a importância de relembrar sempre os seus editorais da época: 

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