quarta-feira, 17 de abril de 2013
terça-feira, 16 de abril de 2013
A vitória apertada e o trunfo de Maduro
Rodrigo Vianna*
A vitória do chavismo foi apertada. Mas incontestável: Nicolás Maduro teve 50,66%, contra 49,07% de Capriles (isso faltando menos de 1% para totalizar). Diferença de mais de 200 mil votos. A Venezuela votou no candidato de Chavez. Na Democracia é assim: 50% mais um significam vitória. E ponto.
Ano passado, nos EUA, Barack Obama ganhou a reeleição por dois pontos percentuais no voto popular. Foi uma eleição radicalizada. Do outro lado, havia eleitores republicanos que consideravam Obama uma espécie de “demônio socialista”, por conta do projeto de assistência pública de saúde. Os EUA viraram um país “dividido” e “ingovernável”? Não. Obama governa. E Mitt Romney sumiu, no fundo das xícaras do Tea Party.
A diferença é que nos EUA não há embaixada americana para fomentar golpe e instabilidade…
Isso quer dizer que a vida de Maduro será fácil? Não. A direita venezuelana mostrou força. A tendência dos chavistas, de tratar todo adversário como “fascista” e “oligarca”, não cola. Metade do país é fascista? Maduro terá que moderar o discurso…
Chavez tirou o Estado (e o petróleo) das mãos da oligarquia, criou programas sociais, deu dignidade para os pobres. Isso tudo é fato. Vi de perto, em quatro viagens à Venezuela nos últimos cinco anos. Mas há problemas sérios de gestão. E isso ficou claro desde a primeira vez que visitei Caracas, em 2007.
Desde aquela época, escrevi: a oposição, com 45% dos votos (era o que conseguia, na época), tem força para fazer a disputa democrática, em vez de apelar para o golpismo.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
4º Encontro dos Bancários da CTB reafirma unidade interna da categoria
Dezenas de sindicalistas do Ramo Financeiro da CTB se reuniram no último final de semana, em São Paulo, para discutir a atuação interna da categoria na Central. Durante os dois dias de discussão, formulou-se um balanço positivo dos últimos cinco anos, principalmente no que diz respeito à capacidade de elevar o debate político, a construção da unidade entre as diversas correntes que atuam no setor bancário e a firme defesa dos interesses dos trabalhadores, expressa nas últimas campanhas salariais, inclusive nas greves daí decorrentes.
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