segunda-feira, 29 de abril de 2013

Quem ameaça a paz mundial


Editorial do Vermelho (22/04/2013)

O último fim de semana foi repleto de movimentações políticas na arena internacional – nem sempre com o devido destaque na mídia, preocupada que se encontra com a descoberta do elo geopolítico que explique o ataque a bomba durante a Maratona de Boston e achar um novo alvo para a “guerra ao terrorismo”... a Chechênia.

As movimentações, encobertas como atos da “diplomacia” dos Estados Unidos, são reveladoras de que este imperialismo está em plena ação para assegurar posições estratégicas nos focos de guerra que ele próprio cria.

O secretário da Defesa estadunidense, Chuck Hagel, chegou neste domingo (21) em Tel Aviv com mísseis e outras armas na bagagem e ameaças de guerra na boca. Ao firmar contratos de vendas e doação de equipamentos militares ultramodernos ao regime de Israel, o chefe do Pentágono disse que este ato é um “sinal muito claro ao Irã de que a opção militar continua sendo uma opção”. Baseou a diatribe numa tese desgastada, a de que o programa nuclear do Irã tem intenções militares, alegações que Teerã já desmentiu reiteradas vezes.

As outras escalas da viagem do secretário da Defesa do imperialismo estadunidense são os Emirados Árabes Unidos e o Reino da Arábia Saudita, países aliados governados por regimes fantoches, sempre dispostos a desempenhar um papel de cabeça de ponte a favor dos planos belicistas dos Estados Unidos na região.

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sexta-feira, 26 de abril de 2013

CTB: Em defesa da multa de 40% do FGTS para as domésticas


A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) vem a público para manifestar seu apoio à defesa feita pelo ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, no sentido de garantir que os empregados e as empregadas domésticas tenham o direito de receber a multa de 40% sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para a demissão sem justa causa.

Para a CTB, essa categoria só terá de fato uma real equiparação em relação aos demais trabalhadores e trabalhadoras quando não houver diferenças entre seus direitos. Para tanto, é necessário regulamentar de forma correta a chamada “PEC das Domésticas”.

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Bernardo defende regulação da mídia


Altamiro Borges*

Em audiência nesta quarta-feira (24) na Câmara Federal, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, surpreendeu os deputados presentes ao defender a necessidade de uma regulação democrática da mídia. Segundo relato de Pedro Peduzzi, da Agência Brasil, o ministro pregou que é fundamental "garantir punição para quem cometer excessos e direito de resposta àqueles que se considerarem injustamente prejudicados por matérias veiculadas". Ele fez questão de realçar que tais medidas não podem ser tratadas como censura.

“Achamos que tem de ter alguma regulação da mídia. Todos setores têm marco regulatório. Então por que não poderia ter um da mídia, se isso está previsto na Constituição?”, afirmou Paulo Bernardo. "Não pode ter censura nem podemos fazer controle de conteúdo, mas se alguém fizer declaração racista tem de haver alguma punição ou direito de resposta". Num tom ainda mais surpreendente, o ministro - que há tempos não criticava a meia dúzia de famíglias que controla a comunicação no país - garantiu que "há um oligopólio na mídia brasileira".

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