Sobre a centralidade da ação
J. Tramontini*
As teses ao 13º Congresso do PCdoB debruçam-se sobre a avaliação dos dez anos de governos democrático-populares no Brasil, inaugurados com a eleição de Lula, seguidos de sua reeleição e da eleição de Dilma. É correto fazer essa análise, uma vez que, desde então, se abriu um novo ciclo político no país, mas este não pode ser o principal objetivo do Congresso.
Como fórum maior dos comunistas brasileiros, o congresso, na atual quadra histórica, tem o dever de preparar o Partido para as lutas do próximo período. Os novos governos abriram novas possibilidades, novas necessidades, até então reprimidas pelas difíceis condições de vida da classe dos trabalhadores, do proletariado. Com as melhorias, ainda que insuficientes, nessas condições, os trabalhadores passaram a possuir novos objetivos. O que antes se restringia a mera busca da sobrevivência, de um emprego, hoje alcança novos horizontes. As classes dominantes brasileiras, sempre subalternas ao grande capital internacional, também enxergam essa mudança e usam de todos os meios, abertos ou clandestinos, para retornar o Brasil, e todo o continente, à condição anterior.
As teses ao 13º Congresso do PCdoB debruçam-se sobre a avaliação dos dez anos de governos democrático-populares no Brasil, inaugurados com a eleição de Lula, seguidos de sua reeleição e da eleição de Dilma. É correto fazer essa análise, uma vez que, desde então, se abriu um novo ciclo político no país, mas este não pode ser o principal objetivo do Congresso.
Como fórum maior dos comunistas brasileiros, o congresso, na atual quadra histórica, tem o dever de preparar o Partido para as lutas do próximo período. Os novos governos abriram novas possibilidades, novas necessidades, até então reprimidas pelas difíceis condições de vida da classe dos trabalhadores, do proletariado. Com as melhorias, ainda que insuficientes, nessas condições, os trabalhadores passaram a possuir novos objetivos. O que antes se restringia a mera busca da sobrevivência, de um emprego, hoje alcança novos horizontes. As classes dominantes brasileiras, sempre subalternas ao grande capital internacional, também enxergam essa mudança e usam de todos os meios, abertos ou clandestinos, para retornar o Brasil, e todo o continente, à condição anterior.


