sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Dilma aponta na frente, na reta final

Duelo entre futuro e passado

Na reta final do segundo turno da eleição presidencial, que acontece domingo (26/10), a presidenta Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, dispara na frente e coloca oito pontos de vantagem sobre o tucano Aécio Neves.

Dois institutos divulgaram pesquisas no final da tarde de quinta-feira (23/10). Segundo o Datafolha, Dilma tem 53% e Aécio 47%, enquanto no Ibope Dilma aparece com 54% e Aécio 46%. 

Cientistas sociais acreditam que a diferença passe dos 10 pontos percentuais. O crescimento de Dilma na reta final estimulou a militância que ganhou ânimo, enquanto a queda de Aécio tem desmobilizado toda a oposição.

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O retorno da diplomacia dos pés descalços


Rita Matos Coitinho*


É interessante o uso que fazem certos intelectuais do termo “ideologia”. No fundo é um raciocínio bastante simplório: ideologia é aquilo que dizem aqueles que discordam de mim. Então para os liberais há as ideologias de direita (o fascismo) e de esquerda, sempre autoritárias. No meio estão eles, cheios de razão, paladinos da liberdade do mercado, da imprensa etc. etc. etc. Deve ser bastante confortável a vida intelectual dessas pessoas, rodeadas de certezas.

Mas infelizmente (ao menos para eles) a realidade é bastante mais complexa e, puxa vida, como é duro ter que dizer isso: o pensamento liberal é, do começo ao fim, ideologia. Por quê? Porque “ideologia” não são apenas valores (de esquerda ou de direita), mas noções que falseam a realidade ou, em outras palavras, explicam a realidade por uma ótica incompleta. Ideologia é tudo aquilo que dizemos da sociedade (ou de nós mesmos) a partir de impressões superficiais. No combate às “formas ideológicas” de representação da sociedade, o bom e velho Karl Marx propunha que a estudássemos de uma maneira radical: indo à raiz dos problemas. Foi assim que Marx desmistificou a teoria do valor da economia política liberal e demonstrou que o fundamento da sociedade capitalista encontra-se não apenas no “trabalho”, como já apontava David Ricardo (que foi muito longe, reconhecia Marx), mas na relação social que se estabelece entre trabalho e capital.

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terça-feira, 21 de outubro de 2014

Pré-Sal: Cartéis do petróleo querem Aécio, diz Bloomberg

Em artigo publicado na agência de notícias Bloomberg, ligado ao sistema financeiro com sede nos Estados Unidos, afirma que a eventual eleição de Aécio Neves (PSDB) representaria um ganho da “Shell à Halliburton”, ou seja, a todas as empresas de cartéis do petróleo norte-americano.


Muda Mais
 
 

A esperança de eleição tucana por parte dos cartéis se deve ao fato de que o representante neoliberal já acenou - com os dois braços - que vai adotar a receita do capital internacional de um modelo de exploração do pré-sal brasileiro voltado ao mercado, o que é completamente diferente do que está em prática atualmente pelo governo da presidenta Dilma Rousseff.

Leilão de licenças de exploração

No artigo, que trata o petróleo brasileiro “como o mais valioso estoque do óleo do mundo”, diz que a perspectiva de uma mudança de regime na concessão do petróleo brasileiro abre as portas para empresas estrangeiras explorarem mais nossa riqueza energética. Segundo o Bloomberg, Aécio Neves é bom porque ele promete leiloar licenças de exploração de petróleo mais frequentemente, aumentar os preços dos combustíveis e facilitar os requisitos e procedimentos para a indústria petroleira mundial.

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