terça-feira, 28 de outubro de 2014

Tucanos e mídia contra a Reforma Política

J. Tramontini*

A presidente reeleita Dilma , já no discurso da vitória, deixou claro que a Reforma Política é prioridade. E mais, que ela tem que ser realizada se ouvindo a opinião dos brasileiros por meio de plebiscito.

Os derrotados, imediatamente, se mexem para impedir a reforma, tão necessária. A Globo, líder de fato da oposição conservadora, pretende pautar a reforma ou, pelo menos, impedir que o novo sistema político favoreça a participação e decisão popular e a pluralidade de representação dos diversos segmentos do povo brasileiro.

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sábado, 25 de outubro de 2014

DIAP: Mais de 50 direitos foram suprimidos nos governos tucanos


Desde o início de seu governo, Fernando Henrique Cardoso elegeu os servidores como objeto dos ajustes necessários à implantação de uma política neoliberal, ampliando a ofensiva após o acordo com o FMI. Para isso, recorreu a dois tipos de medidas: as infraconstitucionais e as constitucionais, a serem implementadas em três etapas. A primeira, já esgotada, consistia na supressão dos direitos e vantagens assegurados aos servidores na Lei 8.112/90, do Regime Jurídico Único. A segunda, também já concluída, consistiu na aprovação da Emenda Constitucional nº 19/98, que cuidava da reforma administrativa. E a terceira, consistirá na regulamentação da Emenda Constitucional. Todas tratando do desmonte do serviço público e dos direitos dos servidores. 

Para se ter uma ideia, somente naquela primeira fase, que eliminou conquistas no campo infraconstitucional, as principais mudanças foram as seguintes: congelamento de salários, suspensão da readmissão de anistiados, cerceamento ao exercício do mandato sindical, limitação de despesas com pessoal, proibição de conversão de um terço das férias, eliminação de ganho na passagem para a inatividade, ampliação de 10 para 25% do desconto em folha em face de débito com a União, exceto nos casos de reposição e obrigações com o erário, quando este limite poderá ser ultrapassado, tíquete em dinheiro sem reajuste, fim de horas extras, transformação do anuênio em quinquênio, transformação dos quintos em décimos e sua posterior extinção, ampliação de 5 para 14 anos do prazo para incorporar gratificação, fim da licença prêmio, extinção do turno de seis horas e restrição do direito a tíquete alimentação apenas para quem cumpre jornada de 40 horas.

A segunda fase, iniciada tão logo foram suprimidos todos os direitos possíveis no plano infraconstitucional, foi concluída com a aprovação das reformas administrativa e previdenciária. Entre as restrições e supressões de direitos, podemos citar:

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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Dilma aponta na frente, na reta final

Duelo entre futuro e passado

Na reta final do segundo turno da eleição presidencial, que acontece domingo (26/10), a presidenta Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, dispara na frente e coloca oito pontos de vantagem sobre o tucano Aécio Neves.

Dois institutos divulgaram pesquisas no final da tarde de quinta-feira (23/10). Segundo o Datafolha, Dilma tem 53% e Aécio 47%, enquanto no Ibope Dilma aparece com 54% e Aécio 46%. 

Cientistas sociais acreditam que a diferença passe dos 10 pontos percentuais. O crescimento de Dilma na reta final estimulou a militância que ganhou ânimo, enquanto a queda de Aécio tem desmobilizado toda a oposição.

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