PRIORIDADE NO FUNDAMENTAL
J. Tramontini*
Durante os anos 1990 os bancários viram suas condições de vida sendo deterioradas ano a ano.
Assédio moral, demissões em massa, sobrecarga de trabalho, fraudes na jornada de trabalho, perdas de direitos foram algumas das coisas com que os bancários tiveram que conviver desde então.
Mas talvez a face mais visível dessa degradação seja o achatamento dos salários. O que para muitos era o sonho de uma carreira promissora passou a ser um drama. Ser bancário hoje significa trabalhar de forma desumana e receber em troca um salário que não é suficiente nem mesmo para o sustento, especialmente nos grandes centros. Ao mesmo tempo, os bancos, tanto públicos quanto privados, ampliam seus já obscenos lucros a cada balanço.
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Durante os anos 1990 os bancários viram suas condições de vida sendo deterioradas ano a ano.
Assédio moral, demissões em massa, sobrecarga de trabalho, fraudes na jornada de trabalho, perdas de direitos foram algumas das coisas com que os bancários tiveram que conviver desde então.
Mas talvez a face mais visível dessa degradação seja o achatamento dos salários. O que para muitos era o sonho de uma carreira promissora passou a ser um drama. Ser bancário hoje significa trabalhar de forma desumana e receber em troca um salário que não é suficiente nem mesmo para o sustento, especialmente nos grandes centros. Ao mesmo tempo, os bancos, tanto públicos quanto privados, ampliam seus já obscenos lucros a cada balanço.

